Ninguém escreveu com o talento, a sagacidade, a cultura, a tolerância e a elegância de Paulo Emílio sobre cinema. Tivesse vivido num país conhecido e teria seu lugar no pequeno panteão de críticos de cinema, ao lado de James Agee, Bazin, Truffaut, Rivette e Pauline Kael. Meu favorito, Dwight MacDonald, não entra porque era muito highbrow.

Paulo Francis

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